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Pesquisas científicas

A. Eliminação renal e fenómeno de osmose

Foi o Professor Richard e a sua equipa que, através dos seus trabalhos, nos permitiram compreender o funcionamento da célula renal, o nefrónio. O rim mede 12 cm. Ele está equipado com um milhão de vasos sanguíneos e de 200 km de micro-canais. As diversas medições efectuadas demonstraram que a eliminação renal é regida por fenómenos de osmose e de osmose inversa (ou contra osmose)

O consumo de produtos oxidados (água da torneira calcária ou demasiado mineral, alimentos tratados oxidados pelo ar) desencadeia uma precipitação que vai obstruir pouco a pouco os micro-canais com depósitos de sedimentos e de resíduos

B. Aplicações terapêuticas

As experiências de Damoor

Foi demonstrado em 1917 que, quando se pratica uma perfusão num rim com soluções muito concentradas em minerais, isto é, de baixa resistência e alta pressão osmótica, ele incha.

Em contrapartida, quando se pratica uma perfusão com soluções muito puras, de alta resistência e de baixa pressão osmótica, ele desincha.

Consequentemente, quando a água para beber é a mineral (muito pura), o rim desincha e a diferença de pressão ou de polarização aumenta, o que favorece a passagem das toxinas através da membrana.  Topo

Quando a água é muito mineralizada, os rins não podem funcionar correctamente, as toxinasacumulam-se no sangue e na Lina. Esta saturação humoral é o prelúdio à aparição de doenças, pois ele afecta o funcionamento de todas as células.

Pelo estudo da física e da eletro-osmose, vemos imediatamente o perigo que há em consumir água carregada de electrólitos assim como alimentos oxidados.

Cada vez que aumentarmos a sobrecarga do plasma sanguíneo com um excesso de sais minerais não assimiláveis vamos diminuir o nível de eficácia dos rins e, por essa via, aumentar os riscos de perturbações.

As experiências do Dr. Roth sobre a influência do pH

Consiste em estudar a evolução de tumores cancerosos enxertados, em função da água consumida.

O produto desencandiador do cancro é a hormona foliculina em dose forte, mais precisamente o benzoato de estradiol. As injecções foram feitas sob a pele dorsal de coelhas púberes e virgens.

A equipa do Dr. Roth do Laboratório do Museu de História Natural de Paris devia seguir a evolução dessa cancerosa com a função da modificação do pH da água de beber dos animais:

com pH 8.5, ao fim de quatro meses, vamos constatar um tumor uterino na coelha. O animal de controle que bebeu água com pH 7.5 não irá ter qualquer evolução tumoral.

O Dr. Roth empreendeu em seguida uma outra série de experiências em coe lhas mas com implantes de estradiol a 70 mg em vez de 40.  Topo

Utilizaram-se três lotes de coelhas absorvendo uma água para beber, tendo respectivamente um pH de 4.5, 7.5 e 8.5. Ao fim de cinco meses, todas as coelhas haviam desenvolvido um cancro uterino à excepção dos lotes que beberam água com pH 4.5.

Enfim, uma dupla experiência devia ser edificante. Eis aqui os detalhes:

Um primeiro grupo de coelhas, sempre com implante enxertado, foi alimentado com água de pH 8.5 durante cinco meses. Depois desta primeira fase, um outro período de seis meses com água de pH 4.5. O resultado foi a inflexão tumoral a um simples quisto no final da experiência.

Enfim, fizemos o inverso, isto é, no início de um lapso de tempo com uma água de pH 4.5 e posteriormente com uma água de pH 8.5. Aqui o resultado foi um temor apresentando uma degenerescência calcária intensa. 

Os trabalhos do prémio Nobel Warburg

É o primeiro que constata, em 1933, a assimilação anormal de glicose pela célula cancerosa, ou seja, uma glicogénese sem utilização de oxigénio.

A origem desta anomalia vem de uma perturbação estrutural da célula que se traduz por uma inversão das polaridades do citoplasma e do núcleo (Esquema no fim do texto).

Como pode a célula chegar a este estado? Warburg demonstrou que este fenómeno se produz cada vez que a pressão osmótica do meio extra-celular aumenta, o mesmo é dizer, quando a resistência diminui na sequência do consumo de produtos químicos e de água demasiado carregada em minerais. Topo

C. As medidas bio-electrónicas

Efectuadas em cancerosos, elas indicam que a resistividade das urinas é muito forte. Estas são demasiado claras porque não são suficientemente carregadas em resíduos e toxinas; a resistividade do sangue é demasiado baixa pois ele está saturado em toxinas; a sua fluidez normal está alterada, ele toma-se demasiado denso.

Numa pessoa de perfeita saúde, a resistividade do sangue é de 200 Ohms e a das urinas 30. O processo renal de eliminação faz-se consoante o princípio de contra-osmose, isto é, graças à diferença de potencial eléctrico entre o sangue e as urinas ou seja: 200-30=170.

É ao Professor L.C. Vicent que devemos esta explicação: a penetração através da membrana será feita em sentido contrário (osmose inversa). Os electrólitos (resíduos) do líquido que têm a pressão mais fraca, o sangue, vão em direcção ao líquido que têm a maior pressão, a urina. Ele declara:

"Reflectindo bem, é unicamente a partir de um funcionamento normal do rim e na sequência do seu funcionamento como bomba contra-osmótica que podemos realizar o equilíbrio humoral do organismo por eliminação normal de todos os seus resíduos".

As pessoas que sofrem de doença de civilização, ou que estão em vias disso, apresentam modificações muito importantes destes parâmetros.

A resistividade do sangue diminui: de 200, ela passa a 150, até mesmo a 110-120 nos cancros em fase terminal. A das urinas aumenta: de 30 ela passa a 70-80.

A diferença de potencial eléctrico não foi além de 30 a 40 consoante os casos, em vez de 170 donde, elevação da pressão osmótica do meio extra-celular, resultando na inversão das polaridades do núcleo e do citoplasma, característica da célula cancerosa.  Topo

Todos os processos de eliminação renal consomem muita energia. O Professor Vincent explica a este respeito:

"Está bem evidente que uma energia contra-osmótica tão considerável não pode ser encontrada sem ser numa produção de potencial de óxido-redução, logo de trocas eléctricas".

A extrema importância de consumir água não oxidada pelos produtos de tratamento ou por uma excessiva demora entre o engarrafamento e o consumo está pois claramente estabelecida.

Este facto supõe portanto a manutenção estrita das forças eléctricas com polaridades convenientes, correspondendo a um funcionamento normal.

"Desde que se produzem desregulações no funcionamento renal, isso apenas pode resultar de modificações eléctricas, nomeadamente da inversão das polaridades e por consequência da inclusão ou bloqueio nos fenómenos de filtragem por electro-osmose" (Revista Pathologie Genérale - N°75)

D. A inversão das polaridades da célula cancerosa

Os dois esquemas seguintes ilustram o funcionamento de uma célula sã e a inversão total das polaridades de uma célula doente.

Este processo é a consequência ao nível do sangue, de uma falta de protões (pH demasiado alcalino), de uma falta de electrões (oxidação) e de uma resistividade demasiado baixa.

Na corrente eléctrica que penetra no interior da célula são, do + ao - , vemos que o sentido está invertido. Da coesão centrípeta, passamos à "anarquia" centrífuga que é o prelúdio da multiplicação celular, o mesmo é dizer, a cancerose.  Topo

Segundo a bio-electrónica, o consumo de água de pH ligeiramente ácido, antioxidante e de forte resistividade é um dos meios a empregar para melhorar o estado biológico. A água purificada por osmose inversa corresponde perfeitamente a estes três critérios.

A água pode assim, consoante a sua qualidade, contribuir largamente, seja para o retorno e à manutenção de um bom equilíbrio, seja para a aparição e desenvolvimento das doenças de civilização.

Estando agora informados, cabe-nos escolher: manter a nossa saúde ou contribuir para a aparição de doenças.  Topo

 

ANEXOS - Pesquisas científicas sobre as Propriedades terapêuticas da água pura

 

A água ajuda a manter a tonicidade muscular apropriada, ao dar aos músculos a sua habilidade natural para contrair e prevenindo a desidratação.

A água ajuda a prevenir a flacidez da pele que geralmente acontece com a perda de peso, deixando-a limpa, saudável e brilhante.

A água ajuda o corpo a expelir os desperdícios tóxicos. Durante os períodos de perda de peso, o corpo tem substancialmente mais desperdícios para eliminar, uma vez que a gordura destruída é desfeita e espalhada.

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