Purágua®
ÁGUA, FONTE DE VIDA
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"Reflectindo bem, é unicamente a partir de
um funcionamento normal do rim e na
sequência do seu funcionamento como bomba
contra-osmótica que podemos realizar o
equilíbrio humoral do organismo por
eliminação normal de todos os seus
resíduos".
"Desde que se produzem desregulações no
funcionamento renal, isso apenas pode
resultar de modificações eléctricas,
nomeadamente da inversão das polaridades e
por consequência da inclusão ou bloqueio nos
fenómenos de filtragem por electro-osmose"
(Revista Pathologie Genérale - N°75)
A ÁGUA, FONTE DE VIDA
Ao longo dos séculos O homem tem procurado
meios de ficar jovem e saudável durante o
maior tempo possível. Entre os meios
eficazes de o conseguir, a água desempenha
um papel essencial e no entanto, muito pouco
conhecido.
Cada um de nós sabe no entanto que a água é
um composto fundamental. Sem ela, nenhuma
vida vegetal, animal ou humana, poderia
existir ou sobreviver. Com efeito, o ser
humano pode ficar mais de 40 dias sem comer
mas apenas três a quatro dias sem beber.
Como e porquê age a água sobre a nossa
saúde?
O Corpo humano é composto de água em mais de
80% à nascença e em cerca de 60% num adulto,
ou seja, 43 litros por pessoa que pesa 75
Kg. O envelhecimento corresponde, sob certa
forma, a uma perda de água nos tecidos.
O Dr. Batmanghelidj no seu livro" o seu
corpo reclama água" afirma, no seguimento de
numerosos anos de pesquisa, que um grande
número de pessoas sofre sem disso ter
consciência, de " desidratação crónica",
pois não bebem o litro e meio de água que o
corpo necessita.
Daí resultam numerosas patologias por
perturbação do metabolismo, cujas causas
procuramos em outros factores, pois a
importância da água consumida diariamente é
demasiadas vezes subestimada.
Interrogamo-nos frequentemente sobre a
origem inexplicável dos nossos problemas de
saúde, sem pensar que eles podem muito
simplesmente provir de uma falta de água.
Este investigador demonstrou que numerosos
problemas podem melhorar e até ser tratados
ao bebê-la em maior quantidade: Hipertensão,
colesterol, enxaquecas, obstipação, colites,
dores dorsais e reumáticas.
Ao nível da sua função, a água serve para
eliminar as toxinas sendo o melhor diurético
quando os rins funcionam bem. O Dr.
Batmanghelidj afirma que" a água regula
todas a funções inclusive a actividade dos
sólidos que ela dissolve e veicula".
Mas a água não é apenas um dissolvente, ela
possui igualmente importantes propriedades:
Hidrólise: acções bioquímicas ligadas ao
metabolismo, activação das proteínas e das
enzimas, produção de energia.
Na nossa época, onde tantas pessoas sofrem
de fadiga crónica, é verdadeiramente
interessante constatar que beber mais água
aumenta a vitalidade e melhora o estado do
organismo.
A água desempenha um papel fundamental sobre
o metabolismo. É pois necessário bebê-la em
quantidade, mas muitos se interrogam sobre o
tipo de água que devemos beber para
conservar a nossa saúde.
B.
Definição bio-electrónica da qualidade da
água.
Os trabalhos do professor Vicent permitiram
definir os três parâmetros de uma água
realmente favorável à saúde, assegurando
entre outros, um bom funcionamento dos rins
e a eliminação das toxinas.
O pH:
Potencial hidrogénio (factor magnético que
define o potencial iónico de acidez ou
alcalinidade de uma solução).
A água ideal deve ter um pH próximo de 6,5 -
7.
A água da torneira em França tem um pH
compreendido entre 7,3 e 8,5. Isto deve-se a
todos os produtos de tratamento da água
(cloro e seus derivados). Ela contém muitas
vezes excessos de calcário. A estes factos
junta-se ainda a presença, cada vez mais, de
outros compostos: nitratos, pesticidas,
metais pesados.
Um desvio do pH tem uma grande influência no
plano biológico. Um pH alcalino
(correspondente a uma perda de protões)
enfraquece o núcleo celular.
Consumir regularmente água com um pH
superior a 7 alcaliniza o sangue, estando
cientificamente provado que o pH do sangue
das pessoas que sofrem de doenças
cardiovasculares é muito alcalino.
Na opinião do professor Lautie, a água deve
ter um pH compreendido entre 6 e 7 para
cumprir convenientemente o seu papel de
catalisador da quase totalidade das reacções
bioquímicas. Passebecq, um naturopata,
confirma, também ele, que uma água com um pH
ligeiramente ácida é necessária para uma boa
assimilação do cálcio.
O rH2:
Factor eléctrico que define a carga em
electrões de um determinado pH.
A oxidação impede a assimilação do oxigénio,
nosso principal alimento. Este facto pode
acarretar fadiga, estado de stress, insónias
e má digestão objectivada pela elevação do
rH2.
É reconhecido que a oxidação produz o
desgaste, o envelhecimento dos tecidos, o
espessamento do sangue. Nada pode sobreviver
num meio muito oxidado, sendo esta a razão
porque a água da cidade é artificialmente
sobre oxidada por produtos que eliminam
qualquer vida: micróbios, bactérias, vírus.
O perigo é que o consumo dessa água vai
igualmente oxidar em excesso um organismo já
agredido por múltiplos outros agentes: a
alimentação que provém da utilização
excessiva de adubos químicos e de solos
empobrecidos, a poluição do ar falta de iões
negativos), a poluição eléctrica e
electromagnética omnipresente, o stress as
análises bio-electrónicas feitas ao sangue,
à saliva e à urina dos habitantes dos países
desenvolvidos revelam inquietantes estados
de oxidação em relação directa com o
desenvolvimento de doenças graves.
A oxidação corresponde a uma perturbação do
campo eléctrico da célula por falta de
electrões: Associada a uma perturbação do
campo magnético por falta de protões (pH
alcalino), ela cria assim as condições de
aparição das doenças de civilização.
A água ideal deve ser anti oxidante para
contribuir eficazmente para o reequilibro do
terreno biológico e neutralizar os efeitos
de outras causas de oxidação.
O rô:
Factor dieléctrico (inverso de
condutividade, que define a resistência de
uma solução à passagem de uma micro corrente
eléctrica).
Mede-se em Ohms e em matéria de água,
permite medir a sua concentração em
minerais.
O Professor Vicent demonstrou que para uma
boa eliminação das toxinas, a água deve ter
uma resistividade (pureza) superior a 8000
Obros.
Nos casos em que esta água está carregada de
sais minerais. A conveniente eliminação de
toxinas torna-se impossível. Em muitas
regiões, a água da torneira é frequentemente
muito pesada em calcário.
Nestas circunstâncias, a sua resistência é
somente de cerca de 2 a 3000 Obros. O mesmo
se passa com numerosas águas engarrafadas
cuja resistividade varia entre 450 e 5000
Ohms conforme os casos, devido a uma
mineralização excessiva, Impendido deste
modo um bom funcionamento dos rins.
Os trabalhos do professor Vincent e do
professor Henri permitiram compreender que a
eliminação renal se faz graça a fenómenos de
osmose e contra-osmose.
Concretamente, isto significa
que, para que os rins eliminem bem as
toxinas, a água deve ser muito pura, pois
quanto mais pura é a água, mais importante é
o seu poder dissolvente e melhor são
dissolução e
a eliminação dos resíduos.
Quando os rins funcionam bem, o pH das
urinas é de 6,8. É dentro deste valor que um
máximo de electrólitos (resíduos e toxinas),
de ácido úrico e colesterol são eliminados
(trabalhos de Guilbert etLanglais,
publicados em "semaine des Hôpitaux" de
6-12-1951).
A água impura, carregada de calcário ou de
minerais, impede um bom funcionamento renal
e provoca um espessamento do sangue que pode
tomar-se um prelúdio às doenças
cardiovasculares e às doenças de
civilização. Este fenómeno é acentuado pela
alcalose (pH básico) e pela oxidação (rH2).
A ÁGUA DA TORNEIRA
A.
O gosto
desagradável
Todos são unânimes em reconhecer que as mais
evidentes das suas características são
certamente o seu mau gosto, que se deve a
todos os produtos de tratamento, e
frequentemente ao seu peso, quando ela é
calcária. O seu consumo não é agradável e
ela ainda vai adulterar todas as bebidas
(chá, café, tisanas, caldos) e o sabor dos
alimentos quando utilizada na sua cozedura.
R.
Os produtos de tratamento da água
O mais conhecido é o cloro, que é um super
oxidante, daí a sua eficácia para matar
micróbios e bactérias que não se podem
desenvolver em semelhante meio. Este produto
é adicionado à água para torná-la "potável".
O cloro é um dos principais responsáveis
pelo gosto desagradável da água.
Estudos Americanos recentes confirmam mais
uma vez a sua influência nefasta sobre a
saúde, já posta em evidência pelas medições
bio-electrónicas.
O Cloro provoca, ao combinar-se com diversas
matérias orgânicas presentes na água, a
formação de clorofórmio, de tricloretileno,
tetracloroetano e haloformas cancerígenas.
Combinado com o amoníaco, ele transforma-se
em cloramina que é igualmente muito nociva.
Esta formação de derivados reduz a
quantidade de cloro activo e favorece a
proliferação bactérias. Um outro processo de
tomar a água potável, por vezes utilizado em
França, é o ozono que é também um gás muito oxidante. Em
princípio, ele decompõe-se rapidamente, mas
não parece ficar excluído pois uma parte
subsiste até à torneira.
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C.
Os nitratos
Eles provêem da utilização excessiva e em
constante crescimento de adubos azotados. Os
nitratos que assim se formam poluem cada vez
mais os lençóis freáticos e não poupam
certas fontes de água mineral.
As normas Suíças proíbem mais de 20
miligramas por litro, a França autoriza 50
mg/Lt e a concentração ultrapassa
frequentemente este montante, atingindo por
vezes, 100 mg/lt. As chuvas fortes conduzem
os excedentes de azoto para os rios e para
os lençóis freáticos, esta é a razão porque
a poluição causada por nitratos não cessa de
aumentar. Mais de 2 milhões de franceses
bebem água cujo teor em nitratos é superior
a 50 mg/lt.
Os nitratos podem transformar-se em
nitrosaminas cancerígenas em contacto com as
aminas dos tecidos. Eles provocam no
indivíduo uma patologia chamada "metemo-globinémia",
uma espécie de asfixia do sangue. É por esta
razão que a água da torneira pode não ser
conveniente para crianças de tenra idade.
D.
Os pesticidas, os fungicidas e os
insecticidas
95 000 Toneladas destes perigosos produtos
são aplicadas anualmente nos solos em
França. 900 Substâncias diferentes de
insecticida, fungicidas e outros produtos
utilizados na agricultura são homologados.
Estes produtos químicos contaminam lençóis
freáticos e podem ser reencontrados em
quantidades sempre crescentes na água da
torneira.
A toxicidade aguda destes produtos é bem
conhecida. Ela é notoriamente acentuada pelo
facto da sua frequente associação,
interacção cujos prejuízos não são ainda
conhecidos, mas cuja gravidade nós podemos
recear. Em 1994, por exemplo, 307 em 353
municípios d'llle-et-Vilaine distribuíram
águas cujo teor em atrazina era superior às
normas.
A revista "Que Choisir" realizou um estudo
sobre a presença destes produtos químicos na
água da torneira: das 151 amostras enviadas
para laboratório, 18 comportavam vestígios
de pesticidas, em 34 casos, valores
superiores à norma. Esta é estabelecida a
partir do limiar de detecção de 0,1 micro-grama por litro. Numerosos
investigadores pensam que doses fracas mas
repetidas não são isentas do perigo a longo
prazo.
Todos os produtos químicos utilizados levam
um certo tempo a atingir os lençóis
freáticos, em função da natureza dos solos e
da pluviosidade. É portanto previsível que a
sua concentração na água da torneira ainda
vá aumentar nos anos vindouros.
E.
Os inconvenientes do calcário
Conhecemos bem todas as suas consequências
ao nível das máquinas de lavar roupa e
loiça, dos esquentadores e dos canos.
Devemos fazer intervir um canalizador para
os destartarizar senão avariam-se e, por
vezes, os canos tem tanto tártaro que a agua quase que não corre e, por sua culpa, os
radiadores não conseguem aquecer.
O excesso de calcário pode igualmente
afectar o nosso organismo, e pouco a pouco,
danificar as Nossas artérias. O calcário deposita-se
igualmente nos rins, criando frequentemente
cálculos, provocando anualmente dezenas de
milhares de operações para os retirar.
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F. Inconvenientes de cozinhar os alimentos
com água da torneira
A maior parte dos consumidores de água
mineral cozinham, por razões de custo e
transporte, com água da torneira. Eles
consomem deste modo quantidades não
negligenciáveis de produtos tóxicos de que
desejam proteger-se ao comprar água mineral.
É lamentável que os consumidores avisados
façam o esforço de comprar alimentos de boa
qualidade e os preparem com água calcária,
com cloro, alcalina e oxidada com um
potencial vital tão fraco.
A água é melhor quando fervida?
Ferver água destrói as eventuais bactérias
mas não elimina qualquer dos elementos
indesejáveis (cloro, nitratos, pesticidas).
Acresce ainda que sob o efeito do calor o
carbonato de cálcio precipita-se e
transforma-se em tártaro.
Efeitos sobre a digestão e a assimilação dos
alimentos: - Experiências científicas demonstraram que a
água calcária com pH básico prejudica a
assimilação dos alimentos. Com efeito,
observou-se nos excrementos dos animais de
criação que bebem uma água dura, uma
elevada presença de proteínas e de sais
minerais. A concentração destes elementos é
fraca nos excrementos dos animais
alimentados de maneira idêntica, mas bebendo
água pura.
O cloro, destruindo os micróbios e as
bactérias da água, tem o mesmo efeito sobre
a flora intestinal.
Independentemente dos produtos
acrescentados, pelos poderes públicos e dos
contaminantes químicos (nitratos,
pesticidas), encontramos igualmente metais
pesados na água.
G.
As descargas de metais pesados
Numerosas fábricas instaladas perto de rios
despejam aí importantes quantidades de
resíduos e nomeadamente de metais tóxicos
que vamos encontrar na água da torneira.
Numa revista de informação sobre saúde, a "Fondamental"
nº 15, o comandante Cousteau declarava:
Hoje, as nossas fábricas despejam arsénio,
mercúrio e chumbo nos cursos de água. Os
nossos esgotos juntam-lhe detergentes. Os
nossos campos cultivados fazem lá correr
adubos e pesticidas A poluição da água que
nós bebemos está na origem de numerosos
cancros".
H.
A influência das canalizações O CHUMBO
Numerosos canos que levam a água às nossas
habitações são ainda em chumbo. Podemos
encontrá-lo em seguida dissolvido em
quantidades excessivas na água, quando ela é
demasiado doce.
Encontramos em numerosas crianças, que bebem
água com elevado teor de chumbo, problemas
de saúde em relação directa com intoxicação
do organismo por este metal: atrasos
escolares, baixos quocientes intelectuais,
problemas de comportamento.
As crianças são muito mais vulneráveis que
os adultos, pois armazenam 50% do chumbo
ingerido contra apenas 10% pelos adultos
Fracas exposições ao chumbo parecem, a longo
prazo, responsáveis por hipertensão renal e
insuficiência renal que são as consequências
do saturnismo.
A Comunidade Europeia fixou a concentração
máxima em 50 micro-gramas por litro e o
nível de alerta às 100. Esta norma foi
estabelecida às 10 micro-gramas nos Estados
Unidos
A
alteração da qualidade da água nos canos
À saída da estação de tratamento, a
qualidade microbiológica da água é garantida
pela ausência de bactérias e de germes
patogénicos. No entanto, parece que micro
organismos indesejáveis podem colonizar as
canalizações e proliferar no interior da
rede de distribuição.
I.
O potencial energético da água
A energia vital mede-se em unidades Bovis ou
em Angstroms. Uma célula ou um órgão em
perfeita saúde emite cerca de 6 500
unidades, os alimentos biológicos e frescos
à volta de 9 000. A água da torneira, em
Paris, por exemplo, emite apenas cerca de
3000 unidades.
Compreendemos assim imediatamente que o
consumo de uma tal água debilita o organismo
e reduz a sua oscilação celular, factor
fundamental de doença, como demonstrou
Lakhovsky.
J. Como verificar por si próprio a qualidade
Da sua água?
Teste de dureza: Concentração de calcário da
sua água. Idealmente, não deveria
ultrapassar 15 a 20 mg/lt.
Teste de nitratos: Detecta a sua presença em
quantidade na água. Esta concentração é
variável consoante as regiões. Certas
contêm-no em baixa quantidade, outras estão
próximas das normas máximas autorizadas de
50 mg/lt. Cada vez mais, as normas são
ultrapassadas podendo chegar às 100 mg/lt.
Teste do pH: Testa a acidez ou alcalinidade
da água. Um bom pH deve estar compreendido
entre 6 e 7.
OS MINERAIS E A SAÚDE
A.
A
assimilação dos minerais
O nosso corpo tem necessidade de minerais
para funcionar bem, mas só podemos
assimilá-los quando eles assumem a forma de
oligo-elementos ou de complexos
organo-metálicos que encontramos
essencialmente nos frutos, nos legumes, nos
cereais, nas algas, no peixe e na carne.
Os sais minerais e oligo-elementos
provenientes da água da torneira ou da
engarrafada não são praticamente
assimiláveis pelo organismo humano ou
animal. Porquê? Porque devem estar sob a
forma orgânica, logo transformados pelo
reino vegetal para serem correctamente
assimilados pelo homem ou pelo animal.
Apenas as plantas e certos micro organismos
podem assimilar directamente o mineral.
Todavia, contidos na água ou nos vegetais,
estes minerais são quimicamente idênticos.
Mas a experiência demonstra que para o
cálcio, por exemplo, há uma grande diferença
de fixação pelos ossos. Isto explica-se pelo
facto de que, segundo a sua origem, a
disposição dos átomos no seio da molécula, ou seja da sua
estrutura molecular, é muito diferente.
A outra grande diferença é a actividade
electrónica destes minerais. A energia do
cálcio mineral é muito fraca, qualificada de
inerte. Do cálcio que provém das plantas é
muito forte, qualifica-se de activa.
O professor Henri Schroeder, especialista
mundial em matéria de minerais afirma que
não podemos assimilar mais de 1% dos
minerais contidos na água e que todos estes
minerais não assimilados afecta o organismo.
O simples bom senso permite de resto
observar que nas cidades onde a água é muito
calcária, os habitantes podem ter falta de
cálcio. O Dr. Valnet confirma que o cálcio
mineral e o calcário em excesso impedem
mesmo a assimilação de bom cálcio.
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B. O
Papel benéfico dos minerais ionizados
Os efeitos benéficos das águas termais
derivam do facto de a água ser bebida
imediatamente na fonte. Os minerais são
ainda ionizados logo bio-disponíveis e ela é
por outro lado dinamizada pela energia
telúrica.
Infelizmente, este efeito é de muito curta
duração e desaparece alguns dias depois do
engarrafamento. Investigadores
reconstituíram águas termais exactamente com
o mesmo teor em minerais. Os efeitos
terapêuticos foram decepcionantes.
C. A
influência dos minerais sobre a eliminação
renal
Quantos mais sais minerais há na água, mais
fraca é a resistividade dessa água e pior
conseguem os rins eliminar as toxinas. Este
acto pode desencadear uma saturação
progressiva do corpo.
O papel da água não é fornecer os minerais
mas sim o transporte de nutrientes até às
células e favorecer a eliminação pelos rins
de todos os resíduos resultantes do
metabolismo do organismo. De tudo o que
mencionado, devemos concluir que nem a água
da torneira, nem as águas muito
mineralizadas são as melhores para a saúde.
Apenas a água dita pura, correspondendo aos
três critérios bio electrónicos, é favorável
ao nosso organismo na condição de dispormos
dela em quantidade suficiente para beber,
lavar alimentos e cozinhar. Este facto põe
em evidência um duplo problema prático e
económico (engarrafamento e armazenamento,
orçamento de água muito elevado).
D. Então qual é a solução?
A purificação da água da torneira pela
técnica de osmose inversa introduz uma
técnica eficaz, prática e económica.
O PROCEDIMENTO DE OSMOSE INVERSA
A.
O
princípio de osmose
O princípio de osmose foi descoberto em 1826
pelo físico francês René Dutochet, membro da
Academia das Ciências.
Este cientista pôs em evidência que quando
duas soluções de concentrações diferentes,
separadas por uma membrana semipermeável,
são postas em contacto, o líquido da solução
menos concentrada passa, sob o efeito de
pressão osmótica através dessa membrana até
que a
concentração seja idêntica nos dois
recipientes.
Encontramos o mesmo processo em numerosas
trocas vitais: Ao nível do corpo humano, os
nutrientes transportados pelo sangue (forte
concentração) passam nas células (fraca
concentração) pelo fenómeno de osmose. O
mesmo se passa para a assimilação de
oxigénio pelos pulmões. É também por osmose
que os vegetais absorvem no solo, a água e
as substâncias nutritivas necessárias ao seu
desenvolvimento.
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B.
A Osmose
Inversa
Aplicação técnica inversa do princípio de
osmose, a osmose inversa, utiliza a água da
torneira passando sob pressão através de uma
membrana semipermeável de poros extremamente
ténues. Separam-se assim as moléculas de
água de todos os outros elementos que ela
pode conter e obtemos, deste modo, água
perfeitamente purificada.
A Organização Mundial de Saúde (OMS)
qualifica-a de “método prático e confirmado”
A utilização mundial da Osmose Inversa
Esta tecnologia foi posta em prática pela
NASA, há mais de 30 anos nos voos espaciais
pois ela permite reciclar para os
cosmonautas toda a água consumida e mesmo
aquela eliminada nas urinas.
Ela é utilizada há bastante tempo nos países
do Médio Oriente para dessalgar a água do
mar e fornecer assim a estas populações uma
água potável e livre de todos os elementos
indesejáveis.
A osmose inversa foi em seguida utilizada em
meio hospitalar nos serviços de diálise;
onde a pureza da água é indispensável para
os rins doentes.
Este procedimento é cada vez mais utilizado
no mundo inteiro para purificar a água
doméstica, nas empresas e para a fabricação
de produtos alimentares (pão biológico,
preparações culinárias).
C.
As
vantagens desta técnica
A água purificada por osmose inversa é
portanto a solução ideal pois ao suprimir as
embalagens de água, ela permite dispor de 170
a 340 litros de água pura por dia
(consoante os modelos de osmose doméstica)
permitido a cada um satisfazer largamente as
suas necessidades diárias.
Podemos assim beber uma água muito boa para
a saúde, lavar os legumes, as saladas,
cozinhar igualmente os alimentos e preparar
as diversas bebidas. Todos os utilizadores
desta tecnologia estão muito satisfeitos por
redescobrir o verdadeiro gosto dos
alimentos, habitualmente alterado pelo cloro
e outros produtos adicionados à água da
torneira. Eles apreciam toda esta pureza
reencontrada.
Realizam igualmente substanciais economias
de tempo e de dinheiro. Com efeito, o custo
de produção (não incluindo a amortização do
aparelho) do litro de água osmotisada é mais
baixo que o custo da água mineral
engarrafada.
E um privilégio raro poder cuidar da sua
saúde e simplificar a sua vida, realizando
ao mesmo tempo economias.
De resto, este método foi recomendado pela
Drª Kousmine que afirma "obtemos com osmose
inversa, a partir da água da torneira
carregada em nitratos e outros poluentes
modernos, uma água tão pura como se ela
saísse de uma fonte natural".
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Assim, a água purificada por osmose inversa
introduz uma solução prática, eficaz e
económica a esse temível problema sempre
crescente da poluição da água.
D.
Descrição de um osmosificador designado
como um dos mais eficazes do mercado
A água da torneira, graças à
pressão da rede, passa sucessivamente
através de quatro/cinco
filtros de purificação e é de seguida,
armazenada num reservatório.
Ela é assim purificada dos
elementos, compostos e agentes patológicos
indesejáveis até aos 99%: cloro, nitratos,
vírus, micróbios e bactérias, tricloretileno,
chumbo, clorofórmio, pesticidas, herbicidas
e metais pesados.
Junto podemos encontrar a análise efectuada
nos Estados Unidos precisando a percentagem
exacta de eliminação dos produtos, tóxicos e
agentes contaminantes.
Funções respectivas dos filtros
1.
Pré-filtro de sedimentos
em polipropileno entrançado muito eficaz a
três níveis de densidades diferentes:
suprime os sedimentos, a ferrugem, as lamas
e todas as numerosas impurezas em suspensão
entre 5 e 25 mícrones.
2.
Pré-filtro de carbono activo:
elimina o cloro e os seus derivados
(clorofórmio, tricloretileno, halo formas,
trihalometanos)os pesticidas, os
fungicidas, os insecticidas e mais de 140
produtos químicos. O filtro é composto por diversas variedades
de carbono vegetal activo, idêntico àquele
utilizada há vários séculos no tratamento
dos problemas intestinais. .
3.
Membrana de osmose
em T.F.C.
( Thin Film Composite), material eficaz e
imputrescível. De uma extrema delicadeza
(0,0001 mícron). Esta membrana deixa passar
apenas as moléculas de água que são de um
tamanho infinitamente mais pequeno que todos
os agentes poluentes (o tamanho de um vírus
é de cerca de 0,02 mícron).
4.
Pós-filtro de carbono activo:
refina o gosto da água e dá-lhe doçura
depois do armazenamento no depósito de 10
litros, inteiramente revestido em
polietileno de alta densidade, totalmente
isolado de ar e da luz.
Manutenção do sistema
Não é necessária qualquer manutenção
frequente. Aconselha-se a mudança dos
pré-filtros e dos pós-filtros em cada seis
meses ou anual se o sistema estiver
protegido com um pré filtro de micro
cerâmico anti-bacteriano de 0,5 mícrones. A
duração da membrana de osmose é cerca de 3
anos, dependendo do grau alcalino da água a
tratar.
Este procedimento significa uma maior
contribuição essencial para o retomo e
manutenção da boa saúde do homem moderno.
Segundo o artigo da Dr. Mary de Bunsen,
publicado na revista "Mother Earth" (Outubro
1959), se as populações Hunza do Alto Pamir
têm uma extrema longevidade (120 a 150
anos), sem qualquer doença, com uma agilidade e uma
resistência corporal excepcional, é devido,
entre outros factores, à extrema pureza da
sua água.
A Osmose inversa realiza o "milagre" de nos
dar uma água, a partir da torneira, tão pura
como aquela dessas tribos. Ela é assim
simultaneamente benéfica para a saúde e para
a longevidade. Contribui eficazmente para a
realização do desejo do Professor D.
Ambrosio de Milão segundo o qual" não é
preciso acrescentar anos à vida mas
igualmente vida aos anos".
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E.
Percentagens de eliminação dos contaminantes
da água
(Medidos por um separador de peso molecular
- Dispositivo de Osmose Hydrotech, membrana
J.F.C. Nova)
|
Nitratos 90-95 Prata 97-99 |
Dureza Ca e Mg 95-98 |
|
Pesticidas 99-99,9 |
Bactérias. vírus 100 Radioactividade
95-98 |
|
Mercúrio 95-97 |
Calcário 93-97 |
|
Cloro 90-95 |
Amónio 85-95 |
|
Chumbo 95-98 |
Brómio 93-96 |
|
Tricloretileno 98 |
Fosfato, Sulfato 97-98 |
|
Clorofórmio 98 |
Cianeto 90-95 |
|
Sulfatos 95-98 |
Cromato 90-97 |
|
Sódio 94-98 |
Tiosulfato 97-98
|
|
Magnésio 95-98 |
Silícato 94-96 |
|
Potássio 94-97 |
97 Sílica 85-90
|
|
Manganésio 94-97 |
Trialometanos 95 |
|
Ferro, Cobre 97-98 |
Fluoreto 93-95 |
|
Alumínio, Níquel 97-98 |
Polifosfato 98-99 |
|
Cádmio 95-98 |
Ortofosfato 98-99
|
|
Arsénico |
Boro |
Muitas destas medidas são certificadas pelo
Dep. Federal da Saúde do Estado da
Califórnia e pela National Sanitary
Foundation, organismo internacional de
controle da qualidade dos produtos no
domínio da higiene e da saúde.
CONSELHOS PRÁTICOS
A. Que água beber?
Em resumo, as informações precedentes
confirmam que é preciso beber uma água com a
maior pureza possível, isenta de
contaminantes e igualmente pouco concentrada
em minerais.
B.
Quando?
Reparta a sua absorção por todo o dia, pois
o seu corpo não pode armazenar água.
Consumida em excesso e de uma só vez, ela
pode fatigar os seus rins e provocar
retenção.
Beba um grande copo de água ao acordar,
várias vezes durante a manhã e à tarde e
eventualmente ao deitar (cerca de - um copo
a todas as horas) Um grande copo de água 15
a 20 minutos antes das refeições é favorável
pois o processo de digestão utiliza muita
água.
Evite beber muito no decurso das refeições e
espere depois duas horas e meia para não
perturbar as enzimas que trabalham na
digestão e para diluir os sucos gástricos
muito ácidos.
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C. Que quantidade?
As necessidades dependem das perdas diárias:
nós perdemos através da pele, sem
intervenção das glândulas sudoríferas, 350
mililitros; a nossa respiração, só por si,
faz evaporar outro tanto.
Eliminamos pela transpiração, sem actividade
desportiva, cerca de 100 ml, pelas fezes 200
ml e pela urina cerca de 1400 ml, um total
de 2,41itros em condições de vida normais a
uma temperatura que não ultrapasse os 20".
A subida de temperatura ma Primavera e Verão
aumenta essa eliminação e deste modo, as
suas necessidades diárias. A actividade
física e desportiva consome muita água pela
aceleração da respiração e da transpiração.
Uma pequena quantidade de água, cerca de 200
ml, é gerada pela oxidação do hidrogénio
contido nos alimentos.
Uma alimentação composta de frutos e
legumes, ricos em água, concorre para esse
ganho, mas estes produtos são consumidos
sobretudo no Verão
A quantidade de água pura que nós devemos
beber por dia é assim de um litro e meio, no
mínimo. Desta forma, manterá o seu organismo
bem hidratado.
Este fornecimento de água de qualidade
dar-lhe-á energia, uma bela pele, uma boa
eliminação das toxinas e contribuirá para
manter o seu organismo em bom estado.
ANEXOS -
Pesquisas científicas sobre as
Propriedades terapêuticas da água pura
A.
Eliminação renal e fenómeno de osmose
Foi o Professor Richard e a sua equipa que,
através dos seus trabalhos, nos permitiram
compreender o funcionamento da célula renal,
o nefrónio. O rim mede 12 cm. Ele está
equipado com um milhão de vasos sanguíneos e
de 200 km de micro-canais. As diversas
medições efectuadas demonstraram que a
eliminação renal é regida por fenómenos de
osmose e de osmose inversa (ou contra
osmose)
O consumo de produtos oxidados (água da
torneira calcária ou demasiado mineral,
alimentos tratados oxidados pelo ar)
desencadeia uma precipitação que vai
obstruir pouco a pouco os micro-canais com
depósitos de sedimentos e de resíduos
B.
Aplicações terapêuticas
As experiências de Damoor
Foi demonstrado em 1917 que, quando se
pratica uma perfusão num rim com soluções
muito concentradas em minerais, isto é, de
baixa resistência e alta pressão osmótica,
ele incha.
Em contrapartida, quando se pratica uma
perfusão com soluções muito puras, de alta
resistência e de baixa pressão osmótica, ele
desincha.
Consequentemente, quando a água para beber é
a mineral (muito pura), o rim desincha e a
diferença de pressão ou de polarização
aumenta, o que favorece a passagem das
toxinas através da membrana.
Quando a água é muito mineralizada, os rins
não podem funcionar correctamente, as
toxinasacumulam-se no sangue e na Lina. Esta
saturação humoral é o prelúdio à aparição de
doenças, pois ele afecta o funcionamento de
todas as células.
Pelo estudo da física e da eletro-osmose,
vemos imediatamente o perigo que há em
consumir água carregada de electrólitos
assim como alimentos oxidados.
Cada vez que aumentarmos a sobrecarga do
plasma sanguíneo com um excesso de sais
minerais não assimiláveis vamos diminuir o
nível de eficácia dos rins e, por essa via,
aumentar os riscos de perturbações.
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As experiências do Dr. Roth
sobre a influência do pH
Consiste em estudar a evolução de tumores
cancerosos enxertados, em função da água
consumida.
O produto desencandiador do cancro é a
hormona foliculina em dose forte, mais
precisamente o benzoato de estradiol. As
injecções foram feitas sob a pele dorsal de
coelhas púberes e virgens.
A equipa do Dr. Roth do Laboratório do Museu
de História Natural de Paris devia seguir a
evolução dessa cancerosa com a função da
modificação do pH da água de beber dos
animais:
com pH 8.5, ao fim de quatro meses, vamos
constatar um tumor uterino na coelha. O
animal de controle que bebeu água com pH 7.5
não irá ter qualquer evolução tumoral.
O Dr. Roth empreendeu em seguida uma outra
série de experiências em coe lhas mas com
implantes de estradiol a 70 mg em vez de 40.
Utilizaram-se três lotes de coelhas
absorvendo uma água para beber, tendo
respectivamente um pH de 4.5, 7.5 e 8.5. Ao
fim de cinco meses, todas as coelhas haviam
desenvolvido um cancro uterino à excepção
dos lotes que beberam água com pH 4.5.
Enfim, uma dupla experiência devia ser
edificante. Eis aqui os detalhes:
Um primeiro grupo de coelhas, sempre com
implante enxertado, foi alimentado com água
de pH 8.5 durante cinco meses. Depois desta
primeira fase, um outro período de seis
meses com água de pH 4.5. O resultado foi a
inflexão tumoral a um simples quisto no
final da experiência.
Enfim, fizemos o inverso, isto é, no início
de um lapso de tempo com uma água de pH 4.5
e posteriormente com uma água de pH 8.5.
Aqui o resultado foi um temor apresentando
uma degenerescência calcária intensa.
Os trabalhos do
prémio Nobel
Warburg
É o primeiro que constata, em 1933, a
assimilação anormal de glicose pela célula
cancerosa, ou seja, uma glicogénese sem
utilização de oxigénio.
A origem desta anomalia vem de uma
perturbação estrutural da célula que se
traduz por uma inversão das polaridades do
citoplasma e do núcleo (Esquema no fim do
texto).
Como pode a célula chegar a este estado?
Warburg demonstrou que este fenómeno se
produz cada vez que a pressão osmótica do
meio extra-celular aumenta, o mesmo é dizer,
quando a resistência diminui na sequência do
consumo de produtos químicos e de água
demasiado carregada em minerais.
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C.
As
medidas bio-electrónicas
Efectuadas em cancerosos, elas indicam que a
resistividade das urinas é muito forte.
Estas são demasiado claras porque não são
suficientemente carregadas em resíduos e
toxinas; a resistividade do sangue é
demasiado baixa pois ele está saturado em
toxinas; a sua fluidez normal está alterada,
ele toma-se demasiado denso.
Numa pessoa de perfeita saúde, a
resistividade do sangue é de 200 Ohms e a
das urinas 30. O processo renal de
eliminação faz-se consoante o princípio de
contra-osmose, isto é, graças à diferença de
potencial eléctrico entre o sangue e as
urinas ou seja: 200-30=170.
É ao Professor L.C. Vicent que devemos esta
explicação: a penetração através da membrana
será feita em sentido contrário (osmose
inversa). Os electrólitos (resíduos) do
líquido que têm a pressão mais fraca, o
sangue, vão em direcção ao líquido que têm a
maior pressão, a urina. Ele declara:
"Reflectindo bem, é unicamente a partir de
um funcionamento normal do rim e na
sequência do seu funcionamento como bomba
contra-osmótica que podemos realizar o
equilíbrio humoral do organismo por
eliminação normal de todos os seus
resíduos".
As pessoas que sofrem de doença de
civilização, ou que estão em vias disso,
apresentam modificações muito importantes
destes parâmetros.
A resistividade do sangue diminui: de 200,
ela passa a 150, até mesmo a 110-120 nos
cancros em fase terminal. A das urinas
aumenta: de 30 ela passa a 70-80.
A diferença de potencial eléctrico não foi
além de 30 a 40 consoante os casos, em vez
de 170 donde, elevação da pressão osmótica
do meio extra-celular, resultando na
inversão das polaridades do núcleo e do
citoplasma, característica da célula
cancerosa.
Todos os processos de eliminação renal
consomem muita energia. O Professor Vincent
explica a este respeito:
"Está bem evidente que uma energia
contra-osmótica tão considerável não pode
ser encontrada sem ser numa produção de
potencial de óxido-redução, logo de trocas
eléctricas".
A extrema importância de consumir água não
oxidada pelos produtos de tratamento ou por
uma excessiva demora entre o engarrafamento
e o consumo está pois claramente
estabelecida.
Este facto supõe portanto a manutenção
estrita das forças eléctricas com
polaridades convenientes, correspondendo a
um funcionamento normal.
"Desde que se produzem desregulações no
funcionamento renal, isso apenas pode
resultar de modificações eléctricas,
nomeadamente da inversão das polaridades e
por consequência da inclusão ou bloqueio nos
fenómenos de filtragem por electro-osmose"
(Revista Pathologie Genérale - N°75)
D. A inversão das polaridades da célula
cancerosa
Os dois esquemas seguintes ilustram o
funcionamento de uma célula sã e a inversão
total das polaridades de uma célula doente.
Este processo é a consequência ao nível do
sangue, de uma falta de protões (pH
demasiado alcalino), de uma falta de
electrões (oxidação) e de uma resistividade
demasiado baixa.
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Na corrente eléctrica que penetra no
interior da célula são, do + ao - , vemos
que o sentido está invertido. Da coesão
centrípeta, passamos à "anarquia" centrífuga
que é o prelúdio da multiplicação celular, o
mesmo é dizer, a cancerose.
Segundo a bio-electrónica, o consumo de água
de pH ligeiramente ácido, antioxidante e de
forte resistividade é um dos meios a
empregar para melhorar o estado biológico. A
água purificada por osmose inversa
corresponde perfeitamente a estes três
critérios.
A água pode assim, consoante a sua
qualidade, contribuir largamente, seja para
o retorno e à manutenção de um bom
equilíbrio, seja para a aparição e
desenvolvimento das doenças de civilização.
Estando agora informados, cabe-nos escolher:
manter a nossa saúde ou contribuir para a
aparição de doenças.

Manual extraído das Publicações: Prevenção
de Saúde
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